Profissionais da saúde mental
Atuam ou desejam atuar em CAPS, atenção básica e demais serviços da RAPS, buscando uma abordagem colaborativa e centrada na rede.
Aprenda a sustentar diálogos que favoreçam soluções vivas e compartilhadas no cuidado em saúde mental. Uma formação prática e relacional, centrada no “como estar com” pessoas em sofrimento, suas famílias e equipes — em parceria com o Instituto NOOS.
Em 20x de R$ 303,75 · somente no cartão por recorrência
"Mais do que ensinar técnicas, o Diálogo Aberto propõe um espaço de reflexão e experiência sobre o ‘como estar com’ pessoas em sofrimento, suas famílias e suas redes — promovendo um cuidado mais humano, crítico e conectado com a realidade."— Coordenação do curso
A formação tradicional ainda deixa lacunas no cuidado colaborativo e na construção compartilhada, justamente quando cresce a demanda por uma atuação ética, sensível e em rede.
Aulas ao vivo aos sábados, laboratórios da experiência dialógica, supervisão de casos e o trabalho sobre a própria pessoa do facilitador.
Você estará apto(a) a conduzir encontros dialógicos e a sustentar diálogos polifônicos em diferentes campos: saúde, educação, assistência social e contextos organizacionais.
Profissionais graduados que atuam ou pretendem atuar no cuidado em saúde mental e desejam desenvolver habilidades dialógicas, de escuta qualificada e de trabalho em rede.
Atuam ou desejam atuar em CAPS, atenção básica e demais serviços da RAPS, buscando uma abordagem colaborativa e centrada na rede.
Interessados em conduzir reuniões abertas com a rede social e familiar, com transparência, escuta responsiva e tolerância à incerteza.
Profissionais da saúde, educação, assistência social e contextos organizacionais que desejam integrar práticas dialógicas ao seu cotidiano.
Aulas ao vivo aos sábados, das 09h às 12h, com seminários avaliativos e estudos de caso que garantem profundidade real ao longo de 14 meses.
Aulas transmitidas ao vivo aos sábados, das 09h às 12h. Todas as sessões ficam gravadas na plataforma para você rever quando e onde quiser.
Discussões, estudos de caso e experiências de quem atua na ponta, integrando teoria e prática.
Portal completo com conteúdo organizado de teoria à prática.
Avaliação ao final de cada eixo temático por meio de Seminários Participativos. Não há TCC. A carga horária total é de 360h distribuídas em 14 meses.
Uma trajetória que integra fundamentos, prática e cuidado — 4 eixos, 360h, 14 meses. Aulas ao vivo aos sábados, das 09h às 12h.
Concepções sócio-históricas da saúde mental Construção social de normalidade, diagnóstico e sofrimento; medicalização, estigma e exclusão.
Paradigmas Contemporâneos do Cuidado Tensões entre o modelo manicomial e o psicossocial; vínculo, autonomia e cidadania na RAPS.
Movimentos mundiais da Reforma Psiquiátrica Reformas da Inglaterra, França e Itália e suas intersecções com o Diálogo Aberto.
Introdução ao Diálogo Aberto e suas origens Surgimento na Lapônia Ocidental (Finlândia); pensamento sistêmico e perspectivas dialógicas.
Da comunicação a Bakhtin e Saussure Linguagem e dialogismo em Bakhtin e suas relações com o Construcionismo Social.
O dialogismo de Bakhtin e Paulo Freire Diálogo como práxis, polifonia, vozes silenciadas e experiências dialógicas.
Experiências do Diálogo Aberto no Brasil Práticas no SUS/RAPS, manejo da crise e articulação territorial; efeitos e aprendizados.
Supervisão de casos + Laboratório da Experiência Dialógica I Fundamentos práticos da condução de encontros dialógicos.
Os 7 princípios fundamentais do Diálogo Aberto Ajuda imediata, perspectiva de rede, flexibilidade, responsabilidade, continuidade, tolerância à incerteza e dialogismo.
Os 12 elementos-chave da abordagem Reuniões abertas com a rede, transparência, escuta responsiva e reflexões em voz alta.
Literatura científica e evidências Estudos da Lapônia Ocidental e internacionais; limites metodológicos e implicações éticas.
Polifonia e polifonia interna do facilitador A multiplicidade de vozes nas reuniões de rede; escuta interna e reflexividade.
A pessoa do facilitador: família de origem A Família de Origem do Terapeuta como eixo formativo; álbum de família e narrativa biográfica.
Presença Terapêutica e Afetividade nas Equipes do SUS Escuta e responsividade como tecnologias relacionais de cuidado no trabalho interprofissional.
Supervisão de casos + Laboratório da Experiência Dialógica II Prática supervisionada do cuidado em rede social e familiar.
Dinâmica das reuniões e postura do facilitador Como a demanda surge, organização das reuniões e condução da conversa reflexiva.
Processos reflexivos Escuta, transparência, presença e relação terapêutica a partir de Tom Andersen.
Diálogo Aberto e psicose Psicose como resposta ao estresse extremo; escuta das vozes e crítica à patologização.
Diálogo Aberto e medicação psicotrópica O lugar da medicação no cuidado dialógico: quando e como introduzir.
Diálogo Aberto com crianças e adolescentes Adaptações da abordagem para a infância, a adolescência e suas redes.
Diálogo Aberto em crise psíquica e no uso de álcool e outras drogas Sustentação do diálogo na crise e a redução de danos na perspectiva dialógica.
Diálogo Aberto em ideação e tentativa de suicídio O suicídio como fenômeno relacional; presença e tolerância à incerteza com famílias e redes.
Suporte de pares, intervisão e supervisão Suporte de pares na saúde mental e a intervisão no modelo do Reino Unido.
Implementação nos Serviços de Saúde Mental Estratégias para iniciar e sustentar a prática na RAPS/SUS e barreiras institucionais.
Medicalização, Reabilitação Psicossocial e Práticas em Rede Cuidado em liberdade, autonomia e construção compartilhada do PTS.
Práticas Colaborativas, PTS e enfrentamento do estigma O PTS como dispositivo dialógico e estratégias de enfrentamento do estigma.
Práticas Dialógicas em grupos, oficinas e redes de apoio Múltiplas vozes, ajuda mútua e corresponsabilização no território.
Profissional responsivo: vulnerabilidade e autocuidado Recovery, cuidado do cuidador e transformação mútua no encontro terapêutico.
Supervisão de casos + Laboratório da Experiência Dialógica IV Integração final das práticas dialógicas no contexto brasileiro.
Cronograma completo, com datas e ementas de todas as disciplinas, é apresentado no processo seletivo.
Coordenação e corpo docente com atuação direta no campo da saúde mental e da atenção psicossocial. Formação em parceria com o Instituto NOOS.
Terapeuta Ocupacional (UFPR) e mestre em Ensino em Ciências da Saúde (UNIFESP), com formação em Diálogo Aberto pelo Instituto NOOS. Atua no SUS desde 2013, com experiência em RAPS, reabilitação psicossocial e educação permanente.
Enfermeiro (UFSJ) e mestre em Saúde Coletiva, com pesquisa em Diálogo Aberto aplicado à crise psíquica e formação pelo Instituto NOOS. Trajetória no SUS em saúde mental, atenção básica e gestão; docente de pós-graduação no CENAT.
Terapeuta ocupacional (FMUSP), mestre em Saúde Mental (Unifesp) e formadora certificada em Open Dialogue pelo Institute for Dialogic Practice (NY). Atua como formadora em práticas dialógicas na América Latina e Europa pelo Instituto NOOS; cofundadora da ABRE.
Psicólogo, PhD, membro do Institute for Dialogic Practice e professor de Psicoterapia na Universidade de Jyväskylä (Finlândia). Desenvolveu a abordagem Open Dialogue no Hospital Keropudas, em Tornio.
Psicólogo, mestre e doutorando em Educação (UnB), com especialização em saúde mental infantojuvenil (CENAT). Pesquisa subjetividade, educação e saúde na perspectiva histórico-cultural.
Psicólogo, mestre em Psicologia da Saúde e Desenvolvimento (USP), com formação em Diálogo Aberto. Mais de 20 anos de experiência na RAPS de Ribeirão Preto, onde atua na coordenação da rede de saúde mental.
Assistente social e terapeuta de família e casal, com formações em terapia comunitária, práticas colaborativas-dialógicas e Diálogo Aberto. Atua na RAPS Infantojuvenil (CAPS IJ) e integra a diretoria da ABRATEF.
Presidente da ABRE e coordenador do Projeto Stellaris, com atuação em recovery e suporte entre pares. Pesquisador no PROESQ/Unifesp e doutorando em Psiquiatria, com vivência em primeira pessoa no campo da saúde mental.
Uma formação estruturada a partir das demandas contemporâneas da saúde mental, articulando teoria, prática e cuidado.
Formação alinhada a uma referência nacional em práticas dialógicas e Diálogo Aberto no Brasil.
Mais do que técnicas: experiência prática de escuta responsiva, polifonia e tolerância à incerteza.
Laboratórios da experiência dialógica e supervisão de casos ao longo de toda a formação.
Diploma de especialista com validade nacional, em parceria com a Faculdade São Marcos.
Saúde, educação, assistência social e contextos organizacionais — onde houver diálogo a sustentar.
Aulas ao vivo aos sábados (09h–12h), gravadas e disponíveis na plataforma. Duração de 14 meses.
no cartão por recorrência
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